Ação
Vivamar participa de reunião para formação dos conselhos do Mosaico de Ilhas e das Apas
"A Vivamar preenche todos os requisitos para fazer parte do Conselho do Mosaico de Ilhas, pois atua em todo o litoral paulista. Esteve presente desde o início do processo e deve participar". Esta foi a afirmação da coordenadora do Núcleo de Áreas de Preservação Ambiental (APAs Marinhas), Marília de Brito, durante reunião realizada dia 25 de outubro, na Fundação Florestal, em São Paulo.
"A Vivamar preenche todos os requisitos para fazer parte do Conselho do Mosaico de Ilhas,
pois atua em todo o litoral paulista. Esteve presente desde o início do
processo e deve participar". Esta foi a afirmação da coordenadora do
Núcleo de Áreas de Preservação Ambiental (APAs Marinhas), Marília de Brito, durante reunião realizada dia 25 de outubro, na Fundação Florestal, em São Paulo.
O
encontro foi solicitado pela Fundação Vivamar, com o objetivo de
manifestar oficialmente seu interesse em fazer parte dos conselhos
gestores das APAs Marinhas
e do Mosaico de Ilhas Paulistas, como representante de organizações
não-governamentais ambientalistas. Na oportunidade, um documento,
assinado pelo presidente Davi Alhadeff, foi entregue à Marília de Brito. Três instituições estiveram representadas no encontro, além da Vivamar: a Federação Paulista de Pesca Esportiva (FPPE), a Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar) e a Associação Brasileira de Velejadores e Cruzeiros (ABVC).
Marília de Brito agradeceu o interesse das instituições e afirmou que esse encontro pode ser considerado o primeiro passo para a estruturação dos conselhos gestores. "Farei muitas outras reuniões com diversos órgãos, governamentais ou não. É por meio dessas colaborações que a secretaria de meio ambiente pretende formar os conselhos. Nosso interesse é integrar todas as categorias envolvidas para que possamos ter um debate rico e soluções eficientes que respeitem as realidades locais, garantindo a preservação do meio ambiente", afirmou.
A
convocação para a formação dos conselhos das APAs, que já têm seus
coordenadores nomeados, deverá ser feita via edital. Com relação ao
mosaico, segundo Marília, ainda não foi definida a forma como será
constituído o conselho. "O Conselho Gestor do Mosaico tem atribuição de
estabelecer uma regulamentação mais ampla. Exigirá que as instituições
sejam atuantes em todo o litoral paulista. Por esse motivo, talvez
optemos pelo convite com base no envolvimento, conhecimento e nível de
contribuição que cada um pode oferecer para o desenvolvimento do
trabalho". Segundo ela, a participação do maior número de entidades e
profissionais interessados no tema é bem vinda e nada impede que uma
mesma instituição faça parte de mais de um conselho, bastando para isso
comprovar sua atuação na área.
Para Marília esse momento é decisivo pois
serão definidas as regras para o uso do litoral paulista de forma a não
deteriorá-lo. "Minha convicção é de que o melhor caminho é a
preservação aliada ao uso sustentável. É um grande desafio, já que
sofremos pressão de todos os lados, mas fico feliz em fazer parte desse
processo", afirmou.
Júlio Cardoso, conselheiro da Vivamar, concorda com a importância do momento. "Ficamos satisfeitos com o resultado da reunião. Foi uma porta importante que se abriu. Nosso interesse é acompanhar de perto a formação dos conselhos e, mais que isso, participar ativamente das reuniões e encontros de onde resultarão as regulamentações dos decretos das APAS e do Mosaico de Ilhas. Representamos várias categorias do setor náutico, pescadores, mergulhadores, velejadores, esportistas, enfim, amantes do mar. E é com esse conhecimento, de quem está perto dessa realidade, que queremos dar nossa contribuição a fim de garantirmos um mar saudável com usufruto responsável de todos", declarou.

